Descrição
O que é o Phexin?
O Phexin é um medicamento antibiótico pertencente à classe das cefalosporinas de primeira geração. Seu princípio ativo é a cefalexina, que atua inibindo a síntese da parede celular bacteriana, sendo eficaz contra diversas infecções causadas por bactérias sensíveis. De acordo com informações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e da bula oficial aprovada, o Phexin é amplamente utilizado no tratamento de infecções bacterianas comuns.
Este folheto informativo é baseado em dados de fontes governamentais como a ANVISA, publicações científicas da Organização Mundial da Saúde (OMS) e estudos revisados em bases como PubMed, garantindo precisão e confiabilidade. Consulte sempre um profissional de saúde antes de iniciar o uso.
Composição e Apresentação
O Phexin está disponível em comprimidos revestidos de 500 mg de cefalexina monoidratada. Cada comprimido contém, além do princípio ativo, excipientes como celulose microcristalina, croscarmelose sódica, estearato de magnésio e dióxido de silício coloidal, que auxiliam na formulação e absorção do medicamento.
- Princípio ativo: Cefalexina 500 mg
- Forma farmacêutica: Comprimidos revestidos
- Embalagem: Blíster com 10 ou 14 comprimidos
A cefalexina é um antibiótico beta-lactâmico, similar à penicilina em estrutura, mas com espectro de ação mais amplo contra bactérias Gram-positivas e algumas Gram-negativas.
Indicações Terapêuticas
O Phexin é indicado para o tratamento de infecções bacterianas sensíveis à cefalexina, conforme diretrizes da OMS e estudos clínicos publicados em revistas como o Journal of Antimicrobial Chemotherapy. Suas principais indicações incluem:
- Infecções do trato respiratório superior, como faringite e amigdalite causadas por Streptococcus pyogenes.
- Infecções do trato respiratório inferior, incluindo pneumonia e bronquite bacteriana.
- Infecções de pele e tecidos moles, como impetigo, abscessos e celulite.
- Infecções do trato urinário, como cistite e pielonefrite não complicadas.
- Infecções ósseas e articulares, como osteomielite.
- Profilaxia em procedimentos odontológicos para pacientes com valvopatia cardíaca.
Não é eficaz contra infecções virais, fúngicas ou causadas por bactérias resistentes. A escolha deve ser guiada por cultura e antibiograma, conforme recomendado pela ANVISA.
Evidências Científicas
Estudos randomizados controlados, como os revisados no Cochrane Database of Systematic Reviews, demonstram que a cefalexina apresenta taxas de cura superiores a 80% em infecções de pele e trato urinário quando usada adequadamente. A biodisponibilidade oral é de cerca de 90%, com pico plasmático em 1 hora após a ingestão.
Posologia e Modo de Administração
A dosagem deve ser determinada por um médico, considerando idade, peso, gravidade da infecção e função renal. As orientações gerais, baseadas na bula aprovada pela ANVISA, são:
- Adultos e adolescentes acima de 12 anos: 250 mg a 500 mg a cada 6 horas, por 7 a 14 dias, dependendo da infecção.
- Crianças (acima de 1 ano): 25 a 50 mg/kg/dia, divididos em 4 doses, não excedendo 4 g/dia.
- Insuficiência renal: Ajustar dose com base na taxa de filtração glomerular (TFG); por exemplo, reduzir para 250 mg a cada 8-12 horas se TFG < 30 mL/min.
Administre por via oral, com ou sem alimentos, mas evite antiácidos que contenham alumínio ou magnésio, pois podem reduzir a absorção. Complete o curso prescrito para evitar resistência bacteriana, um problema global destacado pela OMS.
Contraindicações
O Phexin é contraindicado em casos de:
- Hipersensibilidade conhecida à cefalexina, outras cefalosporinas ou penicilinas (risco de reação cruzada de até 10%, segundo estudos alérgicos).
- Histórico de reações anafiláticas a beta-lactâmicos.
- Porfiria aguda intermitente (pode precipitar crises).
Em pacientes com histórico de alergia a antibióticos, realize testes cutâneos se necessário.
Precauções e Advertências
Gravidez e lactação: Categoria B pela FDA (estudos em animais não mostram risco fetal, mas dados humanos limitados). Use apenas se o benefício justificar o risco; a cefalexina passa para o leite materno em baixas concentrações, podendo causar diarreia no lactente.
Interações medicamentosas: Pode prolongar o efeito da varfarina (monitorar INR); probenecida aumenta níveis plasmáticos de cefalexina; vacinas com bactérias vivas devem ser evitadas durante o tratamento.
Função renal e hepática: Monitore em pacientes com clearance de creatinina reduzido. Raros casos de hepatite colestática foram reportados em literatura médica.
Dirigir veículos: Não afeta, mas efeitos colaterais como tontura podem ocorrer.
Evite uso prolongado para prevenir superinfecções por fungos ou bactérias resistentes, como Clostridium difficile, conforme alertas da ANVISA.
Efeitos Colaterais
A cefalexina é geralmente bem tolerada, com incidência de efeitos adversos em cerca de 5-10% dos pacientes, de acordo com meta-análises em bases como o PubMed. Classificados por frequência:
- Comuns (1-10%): Náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal.
- Incomuns (0,1-1%): Rash cutâneo, prurido, urticária.
- Raros (<0,1%): Reações anafiláticas, colite pseudomembranosa, neutropenia, elevação de enzimas hepáticas.
- Muito raros: Síndrome de Stevens-Johnson, nefrite intersticial.
Em caso de reações graves, suspenda o medicamento e procure atendimento médico imediato. Relate efeitos adversos à ANVISA via Notivisa.
Monitoramento
Realize hemogramas e testes de função renal em tratamentos longos. Crianças e idosos são mais suscetíveis a desequilíbrios eletrolíticos.
Superdosagem
Sintomas incluem náuseas, vômitos, distúrbios neurológicos e convulsões em doses elevadas. Tratamento: lavagem gástrica, carvão ativado e suporte hemodialítico se necessário. Não há antídoto específico; consulte centros de intoxicação como o CIATox.
Armazenamento e Validade
Conserve em temperatura ambiente (15-30°C), protegido da luz e umidade. Validade: 24 meses a partir da fabricação. Mantenha fora do alcance de crianças. Não use após a data de expiração.
Informações Adicionais
O Phexin é fabricado pela GlaxoSmithKline ou equivalentes genéricos aprovados pela ANVISA. Para mais detalhes, consulte a bula oficial ou sites como o da ANVISA (Bulário Eletrônico). Lembre-se: antibióticos salvam vidas, mas o uso inadequado promove resistência. Promova o uso racional de medicamentos, conforme campanhas da OMS.
Este folheto não substitui a consulta médica. Sempre verifique atualizações em fontes autorizadas, pois formulações podem variar por país.






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